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Teremos todo o gosto em recebe-lo (a) no
consultório, situado junto à rotunda da
boavista. O ambiente proporcionado pela consulta
é calmo e acolhedor, onde o cliente é atendido com todo o cuidado e atenção. O
nosso atendimento é personalizado e
individualizado, sem pressas, respeitando o
ritmo de cada pessoa. Pode marcar a consulta
logo que decidir, para que a tenha o mais
rapidamente possível. O tempo de espera é de cerca
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Brasília e Bom Sucesso)
Por quem vou ser atendido?
Por Dr. Fernando Lima
Magalhães, Licenciado em Psicologia pela
Faculdade de Psicologia e de Ciências da
Educação da Universidade do Porto.
Quais os honorários?
Primeira Consulta (mais extensa) - 60 euros.
Consultas seguintes- 50 euros.
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cheque. Multibanco não disponível. (Estes valores são válidos a
partir de 03 de Janeiro de 2011)
Duração das Consultas:
Primeira Sessão: Cerca de hora
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uma hora (tempo limite de 50 minutos).
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antecedência.
"O começo é a parte mais
difícil do trabalho"
Platão
A minha
perspectiva da Consulta Psicológica
Por Fernando Lima
Magalhães
Este texto é constituído por 4
partes e pretende esclarecer a minha forma de
trabalhar na área da psicologia clínica:
1- Mitos e Lendas associados
ao Psicólogo
2- A relação terapêutica
3- As diferentes terapias
Psicológicas
4- A minha abordagem
1- Mitos e Lendas
associados ao Psicólogo
Na nossa
cultura fomos bastante educados para esconder
qualquer sinal de fraqueza ou de defeito.
Quando pensamos em procurar ajuda, e neste caso,
ajuda psicológica, pode custar a aceitar que não
conseguimos, sozinhos, ultrapassar determinada
questão, que não sabemos o que fazer, que
estamos assustados e com medo ou que nos
sentimos perdidos. Infelizmente, acreditamos que
demonstrar certos sentimentos é sinal de
fraqueza ou "defeito", e por isso temos os
esconder dos outros.
Ou seja,
existe uma crença bastante generalizada de que
temos de ser "fortes", superar todos os
obstáculos da vida e problemas, enfrentar tudo
"sozinhos", etc. Esta crença pode ser ilustrada
nas ideias de "os homens não choram", "as
mulheres têm de controlar as emoções", etc.
Ou seja,
podemos acreditar que temos de satisfazer
determinadas expectativas sociais, parecendo
sempre bem diante dos outros, que sabemos lidar
perfeitamente com qualquer situação, a apenas
expressar emoções positivas, etc.
Na realidade,
todos as ideias anteriores são falsas.
Provavelmente, quanto mais negamos uma
"fraqueza", mais ela poderá tornar-se forte.
Quanto mais escondemos alguma emoção negativa,
mais ela poderá tornar-se evidente.
Ou seja,
não há nenhuma pessoa que não tenha sentido
necessidade de ajuda psicológica ao longo da
vida e isto faz parte da nossa forma de sermos
"humanos". Ser humano, especialmente
connosco próprios, é reconhecer que todos
precisamos de todos e que podemos precisar de
ajuda em qualquer momento da vida. Reconhecer
isto não é nenhuma fraqueza, é pelo contrário,
sinal de auto- estima, sinal de amor - próprio e
sinal que querer sentir-se melhor, de aprender
com as situações de vida pode (e deve) ser feito
com a ajuda dos outros.
A família ou
os amigos podem ajudar-nos a lidar com algumas
situações, mas noutras vezes é preciso um
"técnico" mais especializado que contribua para
a mudança e para o bem- estar.
É muito mais
fácil ser o que somos e admitir e aceitar aquilo
que somos do que inventar uma identidade "falsa"
que achamos que vai ser mais "atraente" aos
olhos dos outros. Não há pessoas perfeitas, não
há "mentes" perfeitas. Forçar a parecermos bem
diante de toda a gente pode ser uma boa forma de
nos auto- enganar. Ou seja, reconhecer e aceitar
uma "fraqueza" é um sinal de força porque é
sinal de honestidade connosco próprios, é o
primeiro passo para a mudança, se for esse o
desejo e sermos humanos significa que podemos
precisar de uma orientação para um ou outro
caminho. A imperfeição é, provavelmente, a
melhor definição para "seres humanos". Por isso,
é totalmente irrealista querer corresponder a
este mito da perfeição e da "força", a todo o
custo e a todo o tempo. Como pessoas,
partilhamos sentimentos e a capacidade de sentir
empatia por outras pessoas. Esta sensação de
comunhão com os outros surge de reconhecermos a
mesma emoção, de partilharmos sentimentos que
afinal são iguais a outras pessoas, mas que
podemos pensar que são únicos e que mais ninguém
sente o mesmo que nós. O que pode diferir é a
interpretação que fazemos dos acontecimentos ou
na nossa resposta a eles. Somos iguais porque
por vezes perdemos a confiança de enfrentar os
desafios que o mundo nos coloca e é o facto de
todos partilharmos esta "vulnerabilidade" que
nos faz humanos.
Se há o medo
de parecer "fraco", é porque estamos preocupados
com a opinião dos outros e com as pessoas que
tentam dar este rótulo. Mas a única opinião
capaz de nos fazer sentir mal ou bem, é a
opinião que temos de nós próprios. Os outros não
podem sentir por nós (ainda que nos possam
compreender) e só nós é que poderemos escolher
ou decidir pensar /agir de forma diferente, que
por sua vez nos poderá fazer sentir melhor.
Admitir a
fraqueza, que é universal, é portanto, ser
corajoso.
O grande
problema, neste caso, na nossa opinião, é o
modelo de pensamento na nossa cultura que
critica e estigmatiza o que supostamente é
"fraco", incluindo um transtorno psicológico, o
que nos pode inibir e condicionar a procura de
ajuda. Ou seja, a nossa cultura, frequentemente
não favorece a auto estima nem promove os
métodos positivos e realistas de lidar com
diversas situações de vida. Noutros países é
completamente banal ir ao psicólogo; consultá-lo
não está envolto em qualquer estigma ou
mal-estar, da mesma forma que as pessoas quando
precisam de ir ao médico, vão consulta-lo, sem
se preocuparem com algo do género "o que será
que os outros vão pensar se souberem que vou ao
um psicólogo?"... Num mundo ideal não seriam
necessários psicólogos ou médicos, mas num mundo
real não deveriam existir "preconceitos" na ida
ao psicólogo, se tal se mostrar necessário...
É sinal de
fraqueza consultar um nutricionista ou um
arquitecto? É sinal de fraqueza consultar um
Psicólogo?
2- A
relação terapêutica
A qualidade da
relação terapêutica que se estabelece entre o
psicólogo e o cliente será, provavelmente, um
dos factores mais decisivos no sucesso de uma
intervenção psicológica. Para este fim,
acreditamos e procuramos manter as seguintes
qualidades na nossa intervenção:
- Acreditamos
que as pessoas têm um potencial de mudança e
qualidades positivas que lhes permitam lidar
com os problemas quotidianos. ( que serão
desenvolvidos pelo psicólogo)
- Aceitação
incondicional das diferenças existentes entre os
indivíduos e da variabilidade humana, o que
implica acreditar em diferentes perspectivas e
estilos de vida e que poderão ser positivos para
quem os escolheu. Como consequência, a relação
terapêutica proporciona segurança ao paciente,
sentindo este que é respeitado. O paciente nunca
poderá ser julgado, devendo o psicólogo promover
a autonomia das pessoas, a sua privacidade,
dignidade e bem- estar.
Serão estes os
princípios que orientam a nossa conduta. (para
além do óbvio respeito do código deontológico
dos psicólogos)
3- As
diferentes terapias Psicológicas
Existem
centenas de abordagens psicológicas que têm sido
utilizadas para ultrapassar dificuldades
emocionais e outros transtornos psicológicos.
Existem muitos tipos de psicoterapia e
medicações, dos quais alguns serão mais eficazes
para tratar um problema específico. Mas também
existem muitas terapias psicológicas, realizadas
há muitos anos, que não demostraram eficácia.
A nossa abordagem
psicológica é ecléctica porque temos em
conta as qualidades únicas de cada indivíduo, a
sua história de vida, personalidade e as
questões que apresenta. Acreditamos na
contribuição positiva dos vários
modelos de intervenção, desde os princípios da
construção da relação terapêutica veiculados
pelo Humanismo, à abordagem mais
directiva e estruturada da perspectiva
Cognitvo- Comportamental, para além do
Construtivismo.
Tendo em conta a
grande variedade de tratamentos psicológicos
disponíveis e a importância do custo- eficácia
de cada abordagem, alguns países e associações
de psicologia, nomeadamente a Associação
Americana de Psicologia - APA (secção 12),
conduziram estudos e definiram orientações
profissionais sobre os tratamentos psicológicos
que são realmente eficazes.
A Associação
Americana de Psicologia elaborou, em resultado
das sua investigações, uma síntese onde
discrimina "Tratamentos bem estabelecidos" e
"Tratamentos provavelmente eficazes".
É esta
perspectiva que valorizo, a do uso de tratamentos
bem estabelecidos e de eficácia comprovada
cientificamente, que maximizam a relação
custo/eficácia, ou seja, que permitam obter os
melhores resultados possíveis no mais curto
espaço de tempo. Alguns exemplos de modelos de
tratamento que utilizamos são:
Depressão-
Terapia Cognitiva de Beck, A,
Fobia Social e
Ansiedade Social- Debra A. Hope e Richard G.
Heimberg
Ansiedade-
Terapia Cognitivo- Comportamental de Brown, T;
O´Leary, T. & Brown, D. H.
Ansiedade e
Preocupações- Richard E. Zinbarg, Michelle G.
Craske
Stress- Treino de
Inoculação do Stress, de Meichenbaum, D.
Transtorno
Obsessivo- Compulsivo- David S. Riggs e Edna B.
Foa
Transtorno de
pânico e agorafobia- Terapia Cognitivo-
Comportamental de Barlow, D. H. & Cerny, J. A.
Etc.
Estes
tratamentos são recomendados pela Associação
Americana de Psicologia, a maior autoridade
mundial na área da Psicologia, que realça a
importância das psicoterapias que demonstram
eficácia no tratamento de diversas problemas.
Existem muitos tipos de psicoterapias, mas só
algumas realmente funcionam e demonstram
resultados.
Quase todos os
investigadores e técnicos concordam que os
tratamentos empiricamente validados devem ser
adaptados às necessidades individuais dos
clientes / terapeuta, de forma a torna-los mais
eficazes no mundo real e complexo da psicologia
clínica.
A terapia
cognitiva é um excelente tratamento para a
depressão, ansiedade, ataques de pânico,
culpabilização e medos. Estas técnicas podem ser
altamente eficazes e funcionar rapidamente,
mesmo sem o uso de medicação. Nós procuramos uma
actualização permanente na nossa formação e na
nossa biblioteca, no sentido de providenciar as
melhores técnicas disponíveis e os melhores
manuais, a nível mundial, de tratamento para
cada transtorno psicológico.
Apesar de não
acreditar num modelo de terapia "superior" ou
que seja eficaz com todas as pessoas (penso que
isto não existe porque todas as pessoas são
diferentes), a terapia cognitivo-
comportamental (TCC) tem-se revelado de uma
eficácia extraordinária num grande número de
transtornos psicológicos e num grande número de
pessoas. Claro que esta forma de terapia não
será eficaz com todas as pessoas (nem as outras
terapias serão eficazes para toda a gente), mas
à partida é a que tem demonstrado maiores
probabilidades de superação de muitos
transtornos, em comparação com outras terapias.
A TCC inclui um
conjunto de técnicas que são usadas em conjunto
e que têm sido sistematicamente avaliadas com
resultados muitos positivos. A TCC também é a
forma de terapia mais estudada e comprovada
através de inúmeros estudos científicos,
devidamente controlados. A TCC difere de outras
formas mais tradicionais de terapia nos
seguintes aspectos:
- A TCC é
directiva, na qual o terapeuta está activamente
envolvido e faz sugestões muito específicas.
- A TCC centra-se
na mudança de um problema particular. Há outras
formas de psicoterapia que se centram no
conhecimento das causas profundas de um
problema, mas não oferecem estratégias
específicas para ultrapassar o problema.
- A TCC tem uma
duração mais curta que muitas outras formas de
psicoterapia.
- A TCC centra-se
em crenças e comportamentos actuais, que são
responsáveis pela manutenção do problema. Outras
formas de psicoterapia centram-se mais em
experiências decorridas na infância. Isto não
implica que a TCC não explore aspectos ocorridos
há muito tempo na vida das pessoas.
- Na TCC o
terapeuta e cliente trabalham em conjunto.
- A TCC envolve a
mudança de crenças e comportamentos para que o
cliente seja capaz, autonomamente, de lidar com
os problemas.
Todavia, talvez o
factor mais importante para a mudança é
aquilo que o cliente está disposto a fazer de
diferente no seu dia-a-dia, de forma
consistente. Por exemplo, se alguém quiser
peso, só essa pessoa poderá fazer os
comportamentos necessários (como fazer exercício
físico regular e uma alimentação equilibrada) e
a mudança existe em função daquilo que o
indivíduo fizer, com a orientação de um médico
ou nutricionista, neste caso.
Para a maioria
dos problemas psicológicos, são necessárias
cerca de 10 a 20 sessões, pelo que não é
realista esperar uma mudança grande em apenas
uma consulta, pois não se muda numa hora formas
de pensar e agir que podem existir há meses e
até há vários anos.
Porquê a
TCC e não outro tipo de terapia?
Apesar das
psicoterapias psicodinâmicas serem ainda
bastante populares, elas têm sido criticadas
extensamente e estão a perder terreno em relação
a novas formas de terapia (Antony, M; Swinson,
R, 2000). Algumas razões para o declínio das
terapias psicodinâmicas são:
- Existem
poucas provas que apoiem os pressupostos
teóricos da psicodinâmica. Por exemplo, não há
investigação clínica que apoie a perspectiva de
que a depressão é causada por sentimentos de
agressividade em relação aos outros, que
passaram a ser contra a própria pessoa.
- A maioria
dos pressupostos teóricos das psicoterapias
psicodinâmicas não podem ser testados, porque
são baseados em motivações inconscientes que não
podem ser medidas.
- Em
comparação com os tratamentos cognitivo-
comportamentais, há poucas provas que apoiem a
eficácia das terapias psicodinâmicas para
problemas psicológicos específicos, como a
ansiedade, fobias e depressão.
- Os
objectivos das terapias psicodinâmicas não são,
em geral, bem definidos. A terapia é para ajudar
os indivíduos a desenvolverem "insight",
compreensão ou consciência sobre as causas
aparentemente inconscientes dos seus problemas.
Mas como o "insight" é difícil de definir, é
muito difícil de avaliar se a terapia está a
funcionar.
- A
psicoterapia psicodinâmica tende a ser
dispendiosa e pouco prática. Apesar de existirem
terapias breves e menos intensas, as formas mais
tradicionais da terapia psicodinâmica envolvem
várias consultas por semana ao longo de vários
anos.
- As terapias
psicodinâmicas não estão muito preocupadas com
tratar características específicas de um
problema (medo, evitação, ataques de pânico)
porque são vistos como sintomas de um problema
mais profundo.
- Na terapia
psicodinâmica, o terapeuta é visto como o
"expert", em relação ao comportamento do cliente
e motivações. Como o terapeuta tem o papel de
interpretar aquilo que o cliente diz durante as
sessões, há o risco de essas interpretações
serem "distorcidas" pela perspectiva subjectiva
do terapeuta.
Mas apesar
disto, a psicanálise tem feito contribuições
importantes para a compreensão dos problemas
psicológicos.
Algumas pessoas
tem a ideia que ir ao Psicólogo irá ser
apenas uma conversa infrutífera, banal, sem
grandes resultados práticos. Mas isto é muito
longe da realidade. O Psicólogo tem uma
grelha de leitura e um quadro conceptual que
permite interpretar e explicar as "queixas" do
cliente, à luz de modelos científicos. Para que
a terapia seja mais eficaz, é muito frequente
que o cliente preencha inventários, escalas ou
testes, no sentido de apurar de forma mais
objectiva a informação importante.
Paralelamente, são feitos exercícios e
actividades, usando as técnicas/ estratégias de
intervenção que ajudam a atingir os objectivos
da terapia. O Psicólogo e Cliente são ambos
activos no trabalho para a mudança psicológica.
Desta forma, o cliente vai ganhando autonomia
para lidar com os seus próprios problemas,
aprendendo uma série de habilidades e tomando
novas perspectivas, mais adaptativas, realistas
e úteis. As técnicas e o modelo de intervenção
cognitivo- comportamental têm demonstrado uma
eficácia enorme ao longo das últimas décadas.
Não acreditamos que interpretações exóticas ou
"rótulos" atribuídos aos clientes (como se faz
noutros tipos de terapia), tenham utilidade
prática, podendo mesmo "agravar" a opinião que o
indivíduo faz de si próprio...
4- A minha
abordagem
Acredito
numa abordagem ecléctica,
isto é, não nos limitamos a seguir um único
modelo ou intervenção para todos os clientes,
pois acreditamos
que cada modelo
pode ter contribuições positivas para diferentes
clientes. Assim, seleccionamos os modelos/
técnicas de intervenção/ estratégias que
funcionarão melhor com cada pessoa, tendo em
conta as qualidades únicas de cada indivíduo, a
sua história de vida, personalidade e as
questões que apresenta. Acreditamos na
contribuição positiva de vários modelos de
intervenção, desde os princípios da construção
da relação terapêutica veiculados pelo
humanismo, à abordagem mais directiva e
estruturada do Cognitivo- Comportamental,
para além do Construtivismo. Procuro uma
actualização científica permanente, tanto pela
frequência de formações especializadas como pela
leitura e análise de artigos científicos, no
sentido de proporcionar aos clientes as formas
de psicoterapia que se revelam mais úteis e
eficazes.
Eu não
acredito em terapias nas quais o psicólogo ou
psiquiatra tem um papel "passivo" onde se limita
a "ouvir" o cliente. Acredito que tanto o "psi"
como o cliente deverão ter um papel activo, em
que ambos trabalham em conjunto para reduzir o
sofrimento e ultrapassar as dificuldades
psicológicas. Também acredito e faço por que em
cada consulta o cliente leve alternativas para
interpretar ou lidar com cada questão colocada
ou estratégias que possa aplicar/praticar entre
cada sessão.
Tendo em conta
os propósitos do Modelo Humanista, a
consulta psicológica procura ajudar as pessoas a
adoptarem modos de pensar e de sentir "que as
tornem capazes de resolver os seus próprios
problemas conforme forem surgindo". Procura-se
uma compreensão cada vez mais nítida dos seus
problemas e ajudá-lo a conseguir uma integração
maior da sua própria personalidade.
Teremos todo o
gosto em recebe-lo (a) no nosso Gabinete de
Psicologia, próximo da Rotunda da Boavista. O
ambiente proporcionado é calmo e acolhedor, onde
o cliente é atendido com todo o cuidado e
atenção. Procuramos estabelecer uma relação
empática, de compreensão e de não julgamento,
fundamentais numa aliança terapêutica. Cumprimos
o dever de confidencialidade.
Para
mais informações, ver também: Terapia e Serviços
e Terapia
Cognitiva
Última Actualização:
08-Mar-2013
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