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Por Fernando Lima
Magalhães
Este tema torna-se cada vez
mais um motivo para a consulta psicológica. Numa
sociedade exigente, competitiva e individualista, onde
os contactos sociais tendem a ser mais reduzidos, quer
seja pelo uso intensivo do automóvel, o viver em
apartamentos, em grandes cidades e ter actividades que
desfavorecem os contactos entre as pessoas (internet,
videojogos, "ipod"...) não é de espantar que cada vez
mais pessoas sintam uma ansiedade excessiva e
desproporcional aquando das interacções sociais.
A ansiedade social
pode ser caracterizada pelo medo, nervosismo ou
apreensão que algumas pessoas sentem na interacção com
outras pessoas. A ansiedade social inibe e constrange,
porque há a sensação de que pode haver algo humilhante
ou embaraçoso durante o contacto social. Com frequência,
há pensamentos mais ou menos vagos que traduzem a ideia
de que os outros vão fazer julgamentos, devido a algo
que se possa fazer ou dizer. Nestas circunstâncias, as
conversas são desconfortáveis, porque há o receio de
revelar alguma inadequação ou limitação ou de que os
outros vão perceber que a cara fica corada... Por vezes
estas situações sociais são vividas de modo doloroso: é
sentir que os outros vão desaprovar, ignorar, criticar
ou mesmo rejeitar por não ter um comportamento mais
aceitável.
Isto torna a relação com os
outros numa coisa difícil e dura, evitando fazer amigos
ou contactos. Muitas vezes, isto leva ao isolamento
social e à solidão, evitando que se crie intimidade com
outras pessoas ou mesmo encontrar uma pessoa com quem
partilhar a vida.
As pessoas com ansiedade
social não sentem facilidade no trato com os outros,
inibindo a expressão das suas qualidades positivas,
podendo até perder a confiança nas suas virtudes. É
compreensível sentirmos um vez ou outra ansiedade
social, mas é importante ter uma ideia mais clara de que
quando isto se torna um problema que exige mudança e que
interfere negativamente na nossa vida.
Quando
isto se torna um problema...
A Fobia Social é definida
segundo vários critérios, segundo o manual da Associação
Americana de Psiquiatria, no DSM- IV:
- Um medo marcante e
persistente de uma (ou várias) situação (ões) social
(ais) ou de desempenho, em que a pessoa se sente exposta
a desconhecidos ou a um possível escrutínio ou avaliação
dos outros. Há um temor em relação a uma série de
situações sociais e o indivíduo acredita que pode ser
humilhado ou constrangido por um desempenho inadequado
ou por mostrar sinais de ansiedade que os outros irão
perceber (corar, enrubescer, tremer com as mãos, etc).
Pode haver uma grande ansiedade perante circunstâncias
nas quais o seu comportamento poderá ser afectado por um
pequeno tremor ou falta de concentração (p. ex. beber,
comer, escrever e falar diante dos outros). Assim, o
fóbico social preocupa-se muito com as pessoas que
possam ver os seus sintomas de ansiedade, e devido a
isto, ser avaliado negativamente. Apesar disto, desejam
ter contactos sociais, mas têm um grande temor em
relação a essas situações. Apesar disto, o indivíduo
reconhece que o seu medo é excessivo ou irracional,
mas acaba por evitar certas situações sociais: a
ansiedade acaba por interferir significativamente com as
rotinas ou na vida do indivíduo. É frequente uma
preocupação com situações sociais que possam acontecer
no futuro: é a antecipação, com ansiedade, sobre aquilo
que pode vir a acontecer, em termos de desempenho
social.
A Fobia Social pode ser
específica ou generalizada: Se o indivíduo sente
medo num grande conjunto de situações sociais, pode
tratar-se de Fobia Social Generalizada. Se a
ansiedade social está limitada ou circunscrita a uma
situação (por exemplo, comer ou beber em público,
assinar em frente a outras pessoas), pode tratar-se de
Fobia Social Específica.
Os três
componentes da Ansiedade Social
A Fobia Social pode ser
caracterizada segundo 3 componentes, que são aquilo que
as pessoas sentem, pensam e fazem. Existem, portanto,
sintomas físicos, sintomas cognitivos (os pensamentos) e
sintomas comportamentais.
- Alguns exemplos de
sensações físicas, típicas da Fobia Social:
Palpitações ou sentir o coração a bater depressa, alta
de ar ou respiração rápida, tonturas, dificuldade em
engolir ou de garganta seca, tremer as mãos, palmas dos
pés e das mãos transpiradas, náusea ou diarreia ou
"borboletas" no estômago, riso nervoso, dificuldade de
concentração, músculos tensos.
- Exemplos de
Interpretações ou pensamentos ansiosos, nas
situações sociais: "É importante causar uma boa
impressão", " Vou fazer uma figura ridícula", " Se fizer
um erro, as pessoas vão-se rir de mim", " As pessoas
acham-me desinteressante", " A ansiedade é um sinal de
fraqueza", " Eu não posso mostrar que estou com medo", "
Se tremer, as pessoas vão achar que sou um anormal", "
Tenho de dizer algo de interessante, senão vão-me achar
um chato"...
- Exemplos de
comportamentos relacionados com a Fobia Social:
recusar um convite para sair ou para uma festa com
amigos, inventar uma desculpa para não estar com
desconhecidos, chegar tarde a um encontro para não ter
de fazer conversa, evitar contacto ocular ou falar baixo
em frente aos outros, maquilhar a cara para disfarçar o
corar, chegar cedo a uma sala para os outros não
repararem e para se sentar na cadeira do fundo, beber
álcool antes de um encontro, para relaxar...
Existem algumas
situações habitualmente temidas pelos fóbicos
sociais:
- Falar em público:
é o medo mais comum de todos. Pode mesmo interferir com
as funções de trabalho, as relações com a família ou
mesmo a participação em qualquer grupo ou associação,
pela antecipação de que esta situação pode vir a
acontecer.
- Medo do palco:
profissionais que trabalham com audiências, como actores
ou músicos, que ficam ansiosos antes ou durante uma
actuação, devido a preocupações de cometerem um erro ou
de que os outros percebam a sua ansiedade.
- Medo das figuras de
autoridade: o medo é relativo a uma pessoa, que é
interpretada como poderosa. Pode incluir o chefe, um
familiar ou mesmo um professor ou padre. Há uma
excessiva preocupação em fazer um simples pedido e
assume que vai falhar ou ser humilhado publicamente.
- Comer e beber:
Para alguns fóbicos, o acto de beber ou comer em frente
aos outros é interpretado como se estivesse a ser
observado por milhares de pessoas. O medo principal é de
tremer ou deixar cair alguma parte da bebida ou comida e
de que os outros vão perceber isto e achar que ele está
louco.
- Escrever em Público:
tal como no exemplo anterior, neste caso, o
indivíduo acredita que ao escrever vai tremer com as
mãos e que os outros vão reparar e depois vão pensar em
coisas negativas acerca dele.
- Encontros: Há um
medo de marcar encontros com outras pessoas por medo da
rejeição ou de causar uma impressão negativa. Pode
limitar a vida emocional ou sexual.
- Casas de banho
públicas: O entrar numa casa de banho público
provoca uma resposta de ansiedade ao ponto de inibir ou
dificultar o urinar. Há a preocupação de outros vão
reparar que ele não está a urinar e que estão a querer
saber porquê.
- Fazer um teste:
Para o fóbico social, o fazer um teste representa um
acto de exposição pública. O medo comum é que o que quer
que produza ou faça, os resultados do teste vão ser
inaceitáveis ou inadequados para os outros.
- Revelar sintomas de
ansiedade: Aqui inclui-se o medo de transpirar,
corar, tremer, ter problemas na voz como gaguejar ou
vomitar em público. O medo é de que as pessoas vão
reparar e descobrir o sintoma e de que o indivíduo está
mal ou que é estranho ou anormal. O medo de mostrar este
sintoma de ansiedade aumenta a atenção e a vigilância em
relação ao próprio sintoma ou a qualquer outro pequeno
sinal, o que aumenta o medo, tornando-se um ciclo
vicioso.
- Encontros Sociais:
É sentir medo e ansiedade em relação à maioria das
situações sociais, pois acreditam que o seu desempenho
vai estar abaixo das expectativas dos outros.
Tratamento
A Associação Americana de
Psicologia recomenda
a terapia cognitivo- comportamental no
tratamento da Fobia Social e que realizamos no nosso
consultório. A sua eficácia tem sido demonstrada em
muitos estudos científicos. Além disso, os
benefícios obtidos através da terapia são mantidos
ao longo do tempo.
Existem múltiplas causas para o surgimento da
fobia social: experiências de vida, factores genéticos e
desenvolvimento psicológico precoce, experiências
traumáticas condicionadoras, familiares com transtorno
de ansiedade... A combinação destes factores
provavelmente condicionará o início do transtorno.
Muitas vezes a Fobia Social é confundida com a
timidez. Devido a isto, é frequentemente minimizado o
sofrimento que existe nas pessoas com este transtorno,
pois ele é bastante comum. Mas se uma situação muito
simples de interacção social provoca um medo intenso, um
"terror esmagador" e o seu evitamento, poderemos estar a
falar de uma situação de fobia social. Nas suas formas
mais graves, este problema pode ser incapacitante e ter
efeitos devastadores na vida das pessoas. Pode implicar
desistir de um emprego devido ao terror de que, por
exemplo, possíveis contactos sociais teriam de ser
realizados nesse mesmo emprego. O fóbico pode recusar um emprego
com melhor remuneração, porque esta nova situação poderá
implicar muitos contactos inter- pessoais, mesmo tendo
todas as habilitações académicas e profissionais para o
seu desempenho.
De acordo com a teoria de Beck e Emery, estes
indivíduos vêem "o mundo como um lugar perigoso", no
qual deve estar constantemente alerta contra uma ameaça
potencial.
O tratamento e duração da terapia psicológica
depende de cada caso, principalmente das estruturas de
pensamento específicas desenvolvidas. Pretende-se, entre
outros aspectos, modificar erros lógicos no pensamento,
como uma hipersensibilidade e hipervigilância de
possíveis sinais que mostrem uma avaliação negativa
pelos outros.
A terapia
psicológica
O indivíduo com ansiedade
social, quando confrontado com outra (s) pessoa (s) ,
forma uma imagem mental de como se apresenta para a
"audiência". Esta imagem é distorcida porque a visão da
situação é orientada por ideias negativas sistemáticas,
por exemplo sobre como é que aparece para os outros,
preocupação com qualquer detalhe de si que possa
despertar uma reacção negativa dos outros, auto
rotulação ("pareço um pateta, vão me gozar, não consigo
falar direito, sou feio e desajeitado"), etc.
Outra característica da
ansiedade social é a alta consciência e vigilância em
relação a qualquer sinal do corpo ou do seu
comportamento que possa confirmar as suas expectativas
negativas ("tremer com a mão"). O indivíduo também se
compara e avalia com aquilo que julga ser o "padrão" da
"audiência". Frequentemente avalia o padrão ("formação
dos outros indivíduos, aspecto físico, facilidade de
comunicação e descontracção dos outros", etc ). Como
parte de ideias negativas de si próprio, este indivíduo,
em muitas circunstâncias, vai acreditar que falha as
expectativas da audiência. Estas percepções levam a
sintomas físicos e psicológicos (ansiedade), que por sua
vez reforçam e mantêm as crenças negativas.
Na terapia psicológica que
realizo, são trabalhados
os seguintes aspectos:
- Identificar padrões de
pensamento, regras, e crenças negativas em
situações sociais e com outras pessoas, Crenças negativas de si
próprio, Crenças/ expectativas
negativas sobre o que vai acontecer nas situações
sociais.
- Aprender a
corrigir os erros de pensamento
que se tornaram hábitos de pensar nas
situações (ex: não tolerar erros socias,
avaliar de forma negativa a própria
ansiedade ou exigir um comportamento
perfeito em todas as situações sociais e
querer a aprovação de toda a gente).
Aprender a interpretar de uma forma mais
eficaz as situações.
- Aprender a
gerir as emoções negativas
(principalmente a ansiedade, vergonha,
culpa e embaraço) e transforma-las em
emoções úteis e motivantes.
- Aprender a
relaxar e a aceitar as emoções, para que
estas possam "evaporar". Com a
ansiedade social, as pessoas tornam-se
muito centradas na própria ansiedade,
ficando muito preocupadas com os
sintomas que vão transparecer para os
outros. As técnicas de aceitação são
"activas" e visam libertar as emoções
negativas.
- Aprender
técnicas de aceitação plena e de
imperfecionismo eficaz. Com a
ansiedade, as pessoas ficam muito
preocupadas em terem um desempenho
social "perfeito", mas este imperativo
em geral apenas as torna mais ansiosas e
propensas a serem menos eficazes
socialmente.
- Aprender
técnicas de assertividade, de expressão
social e auto-afirmação.
- Aplicar gradualmente as
técnicas em situações reais do
dia-a-dia.
A ansiedade pode criar
uma exigência ou expectativa de
encontrar uma solução perfeita para a
timidez; é preciso aceitar que estas
mudanças são graduais e relativamente
lentas no tempo. Se está a exigir uma
mudança grande numa consulta, isso vai
desmotiva-lo ou até desistir. Por outro
lado, mesmo as pessoas extrovertidas
sentem ansiedade social em maior ou
menor grau, mas não se estão a auto-
avaliar por isso.
Alguns dos objectivos do
tratamento são eliminar este ciclo vicioso que mantêm a
ansiedade social, desenvolver um auto- conceito realista
e positivo de si próprio e nas situações sociais,
aprender a comunicar mais eficazmente, obter
relaxamento em situações sociais, bem como outros
objectivos definidos segundo cada caso.
Se considera que tem sintomas de Fobia/
Ansiedade Social que estão a interferir de maneira
significativa na sua vida pessoal e profissional,
marque a sua consulta.
Os medicamentos usados
para a fobia social tendem a perder os seus
efeitos logo que deixam de ser tomados, além de
poderem provocar efeitos secundários e interagir com
outros medicamentos.
Apesar de a curto prazo,
os medicamentos serem mais baratos que a psicoterapia,
a longo prazo esta é mais económica porque os seus
resultados tendem a persistir com o tempo (com as
modificações nas crenças e nos comportamentos).
Poderá responder à
seguinte escala, para caracterizar de alguma forma os
seus comportamentos.
Atenção! Esta
escala não têm o poder de fazer o diagnóstico da
ansiedade ou fobia social; só um psicólogo ou
psiquiatra poderá avaliar devidamente cada caso.
Escala
de Liebowitz de Ansiedade Social
O
questionário tem 24 items, cada item consiste
numa determinada situação, que deve ser classificada
de 0 a 3, em termos da ansiedade que provoca e
da frequência do seu evitamento. Deverá
responder com base no que aconteceu recentemente, e
caso a situação não tenha acontecido, deverá imaginar
o que se teria passado na situação referida.
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Situações
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Ansiedade
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Evitamento
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Avalie para cada
situação, o seu grau de ansiedade e de evitamento.
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1. Telefonar em público. |
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2. Participar em pequenos grupos. |
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3. Comer em locais públicos. |
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4. Beber com outros em locais públicos. |
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5. Falar com pessoas de autoridade. |
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6. Actuar, representar ou discursar em frente a
uma audiência |
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7. Ir a uma festa. |
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8. Trabalhar sendo observado. |
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9. Escrever sendo observado |
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10. Telefonar a alguém que não conhece muito bem |
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11. Falar com pessoas que não conhece muito bem. |
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12. Ir a reuniões com estranhos. |
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13. Urinar numa casa de banho pública. |
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14. Entrar numa sala onde estão outras pessoas
sentadas. |
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15. Ser o centro das atenções |
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16. Falar numa reunião. |
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17. Fazer um exame escrito. |
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18. Expressar aprovação ou desaprovação de forma
correcta, a pessoas que não conhece bem.
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19. Olhar nos olhos pessoas que não conhece muito
bem. |
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20. Fazer um relatório a um grupo. |
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21. Tentar impressionar alguém do sexo que o (a)
atrai |
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22. Devolver um produto a uma loja que normalmente
aceita produtos devolvidos. |
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23. Organizar uma festa normal |
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24. Resistir a um vendedor persistente.
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Total:
Somar a coluna Ansiedade e Somar a coluna
Evitamento |
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Total Final: Somar
ambas as colunas: ________
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Depois de classificar cada
situação em termos de ansiedade/medo e frequência do
evitamento da situação, deverá somar o total dos
pontos de cada coluna e o total das duas colunas. O
total de pontos das duas colunas é uma medida da
intensidade da sua fobia social no momento presente:
Total:
55 a 65 : Fobia Social moderada.
66 a 80 : Fobia Social média.
81 a 95 : Fobia Social grave.
mais de 95 :
Fobia Social muito
grave.
Bibliografia (básica):
Barlow, D.
H. (2002). Anxiety and its disorders. The nature
and treatment of anxiety and panic (2nd ed.). Nova
Iorque: Guilford.
PARA MAIS INFORMAÇÕES, VER
TAMBÉM:
A Ansiedade e o transtorno de Ansiedade generalizada
Transtorno do Pânico
Última Actualização
13-Nov-2012
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